Febre Amarela

Desde janeiro a febre amarela, doença provocada por um vírus e transmitida por um mosquito infectado, voltou a ser motivo de preocupação. Há alguns dias a doença foi detectada na zona norte da cidade de São Paulo e agora parece ter chegado à Mogi.

O Núcleo de Arboviroses da Prefeitura de Mogi das Cruzes realiza um trabalho de orientação sobre a febre amarela. As equipes estão concentradas na zona rural, principalmente, no limite com os municípios de Arujá e Santa Isabel, onde um macaco apareceu morto no final de semana.

A febre amarela não é contagiosa e não pode ser transmitida de pessoa para pessoa e nem de macaco para seres humanos. Os transmissores, nas áreas silvestres, são os mosquitos Haemagogus e Sabethes que transmitem a febre amarela ao picarem um macaco doente e, em seguida, uma pessoa e na área urbana, o transmissor do vírus é o mosquito Aedes aegypti, o mesmo transmissor da dengue.

Nos humanos a febre amarela causa ou pode causar infecção aguda, urina escura, dor abdominal com vômito, olhos avermelhados e pele amarelada, sangramento, insuficiências hepática e renal, com risco de levar à morte em aproximadamente uma semana em cerca de 50% dos casos mais graves.

Conversamos com o responsável pelo clínica de vacinação do Centro Boucault que afirmou ser a melhor maneira de prevenir a vacinação. Especialmente para aqueles que moram ou vão viajar para áreas com indícios da doença. Outras medidas preventivas são o uso de repelente de insetos, mosquiteiros e roupas que cubram todo o corpo.

O médico ainda orienta que a vacina é indicada a partir dos 9 meses de vida e a dose é única. Gestantes, portadores do vírus HIV, pacientes com câncer ou com outros tipos de doenças graves não devem ser imunizados.

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